Se você está na reta final do Ensino Médio, escolhendo um curso e estudando suas opções para ingressar na universidade, já deve ter ouvido falar no Sisu. Mas você sabe como ele funciona?

Se ainda não sabe o que é o Sisu, tudo bem.

Muitos estudantes têm dúvidas em relação à proposta e à função dessa plataforma.

Por esse motivo, preparamos este artigo!

Aqui, vamos explicar como funciona o Sisu e o que ele pode fazer por você, além de sua relação com o Enem, Prouni e FIES:

Ficou interessado? Então venha com a gente mais uma vez! Ao final da leitura, prometemos que você estará um passo mais próximo da vida acadêmica.

O que é o Sisu?

Sisu é a sigla para Sistema de Seleção Unificada, uma plataforma gratuita e gerenciada pelo MEC (Ministério da Educação).

Nela, as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas brasileiras ofertam vagas em seus cursos de graduação aos candidatos egressos do Ensino Médio que participaram do Enem.

A participação é gratuita e a seleção ocorre duas vezes por ano, geralmente nos meses de janeiro e maio. Já a inscrição é feita exclusivamente on-line.

Mas quais são essas instituições exatamente? Até onde o Sisu pode me levar?

Grave bem: somente instituições públicas oferecem vagas pelo Sisu, ou seja, aquelas que não cobram nenhum tipo de mensalidade de seus alunos. Assim, há inúmeras universidades e institutos federais, estaduais e Cefets de todas as regiões do país!

Você pode consultar a lista completa na própria página do Sisu.

É possível também pesquisar por cursos ofertados, instituições ou ainda por municípios. Por exemplo, Agronomia na Universidade Federal do Paraná, ou então Física no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas.

Bem, agora que você já sabe o que é o Sisu, descubra como ele funciona e quando começou.

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Quando foi instituído o Sisu?

O sistema foi instituído pela Portaria Normativa MEC nº 2, de 26 de janeiro de 2010, passando depois a ser regido pela Portaria Normativa nº 21, de 5 de novembro de 2012.

Algo que você deve gravar é que o processo de seleção do Sisu é autônomo em relação aos vestibulares tradicionais das instituições.

E o que isso quer dizer na prática? Bem, quer dizer que é possível tentar os dois, pois o sucesso ou insucesso de um não interfere no outro.

Além disso, é interessante notar que somente vagas em cursos presenciais são ofertadas pelo Sisu, estando a EAD fora desse sistema.

Como funciona o Sisu?

Primeiramente, você se inscreve na plataforma no período designado pelo MEC e escolhe até duas opções de cursos pretendidos. Nesse momento, a plataforma resgata automaticamente sua pontuação no Enem.

Se sua pontuação for maior que a nota de corte do curso, você poderá ser convocado na primeira chamada. Caso contrário, ficará na lista de espera. Um detalhe: é fundamental não ter zerado na redação!

Saiba que o Sisu sempre utiliza a nota do Enem do ano anterior. Por exemplo, o Sisu 2018 selecionará os candidatos que participaram do Enem em 2017.

Vale lembrar, por último, que se você passar na primeira opção, a segunda é cancelada automaticamente pelo site.

Então, ao se inscrever, certifique-se de que a primeira opção é realmente o curso que você deseja!

Quais são as diferenças entre Sisu, Prouni e Fies?

O Sisu, o Prouni e o FIES são iniciativas governamentais com propósitos bem distintos. Quer ver?

Como vimos quando explicamos como funciona o Sisu, ele é um sistema informatizado e gerido pelo MEC, em que as instituições públicas de educação superior ofertam suas vagas. Todos os  candidatos que realizaram o Enem podem participar, embora apenas os que tenham pontuado na redação de fato concorrerão.

O Sisu facilita o ingresso em uma graduação, pois conecta automaticamente o aluno à vaga pretendida, tendo a pontuação do Enem como parâmetro.

Perceba que estamos falando de um processo bem simplificado e ágil.

O Prouni (Programa Universidade para Todos), por outro lado, é um programa que busca democratizar o ensino superior, oferecendo bolsas integrais ou parciais para que alunos de baixa renda possam estudar em faculdades privadas.

O programa também utiliza a nota do Enem, sendo que o candidato à bolsa deve ter obtido pontuação maior que 450 e não zerado na redação.

Além disso, para se candidatar ao Prouni, o candidato deve ser egresso de escola pública ou ter estudado com bolsa em escola particular.

Já o Fies (Funda de Financiamento Estudantil), também gerido pelo MEC, tem a proposta de financiar a graduação de estudantes que estejam matriculados em instituições privadas de ensino. Entenda que não estamos falando de bolsas de estudo, como ocorre no Prouni, e sim de um sistema de financiamento simplificado.

Quem cursa uma graduação com ajuda do Fies passa por três fases:

  • Utilização – período no qual o estudante está utilizando o empréstimo e no qual deve pagar apenas os juros;
  • Carência – começa logo após a formatura, no qual o recém-formado estabiliza sua vida financeira para poder quitar sua dívida mais tarde;
  • Amortização – após a carência, o profissional deverá quitar o financiamento em um tempo até três vezes o período do curso feito.

Você sabia que é possível juntar Prouni e Fies? O mesmo estudante poderá utilizar o programa de financiamento para complementar uma bolsa parcial, por exemplo.

Agora, atenção: caso um estudante que já possui bolsa pelo Prouni for selecionado para uma vaga pelo Sisu, ele deverá optar por manter a bolsa (e permanecer na instituição privada) ou ingressar no ensino público e perder o benefício. O que não pode acontecer é um aluno ingressar em uma instituição pública e ter esse tipo de auxílio.

Quem pode se inscrever no Sisu?

Todos os estudantes egressos do Ensino Médio que prestaram o Enem podem participar do Sisu. Não há restrições relativas à renda familiar, formação escolar ou sequer tempo fora da escola.

Há, contudo, diferentes modalidades de concorrência, as quais você verá a seguir!

A inscrição no Sisu é feita pela internet

Como são feitas as inscrições no Sisu?

As inscrições do Sisu 2018 começam dia 29/01 e vão até 01/02, na própria plataforma. Para participar, você deverá entrar (fazer log-in) com seu usuário e senha do Enem e verificar a relação de vagas e instituições, optando por até duas delas.

As opções que você marcar podem ser modificadas até o final das inscrições. Como já mencionamos, cada curso possui uma nota de corte, que varia ao longo do período de inscrição.

Se a sua pontuação for maior, você poderá ser aceito logo na primeira chamada. Caso sua pontuação tenha sido menor, contudo, você pode optar por permanecer na lista de espera.

Já na fase inicial é bom ficar atento, pois a primeira chamada ocorre logo após o fechamento da etapa das inscrições!

Por fim, vale lembrar que metade das vagas ofertadas pelo Sisu são reservadas para alunos provindos de escolas públicas, levando ainda em consideração critérios como renda familiar, cor e raça.

Modalidades

Segundo a Lei nº 12.711, de 2012, também conhecida como Lei de Cotas, todas as instituições que participam do Sisu devem reservar 50% de suas vagas para estudantes que concluíram o Ensino Médio em escolas públicas, além de negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência. Algumas instituições ainda reservam uma porcentagem de suas vagas a ações afirmativas próprias e locais.

Quem não se encaixa em nenhuma dessas categorias, deve optar pela modalidade “ampla concorrência”.

Dependendo do curso ou instituição à qual você decidir ingressar, portanto, haverá duas ou três modalidades: ampla concorrência; vagas destinadas aos candidatos amparados pela Lei nº 12.711/2012 e vagas reservadas a iniciativas da instituição.

Cabe ao candidato avaliar seu perfil e se inscrever na modalidade que melhor o representa.

Nota de corte

O sistema estipula uma nota de corte para cada curso com base no número de inscritos. Essa nota é apenas um referencial para que o aluno possa acompanhar pela plataforma suas reais chances de ser chamado.

Fique atento: a nota de corte sempre é informada a partir do segundo dia de inscrições, mudando à medida que mais pessoas se candidatam ao mesmo curso.  

Destacamos que algumas instituições e cursos atribuem pesos diferentes às áreas de conhecimento cobradas pelo Enem. Por exemplo, para um curso de Biologia, talvez seja importante que o aluno pontue mais na seção Ciências da Natureza. Em outras palavras, o mesmo aluno pode ter notas de classificação diferentes para cursos diferentes.

Quem faz esse cálculo é o próprio site, de acordo com as especificações de cada instituição.

Além disso, é bom ter em mente que algumas instituições estipulam uma nota mínima para que um candidato se inscreva. A UnB (Universidade de Brasília), por exemplo, define notas mínimas para cada seção da prova. Isso, contudo, não é uma regra.

Como conferir os resultados do Sisu?

Terminado o prazo das inscrições, é hora de conferir o resultado do Sisu. Você pode conferir o sucesso de sua candidatura em três lugares:

  • No boletim do candidato;
  • Na própria instituição;
  • Na Central de Atendimento do MEC.

Se você for selecionado, é só ficar atento ao prazo para inscrição do curso, bem como local, horários de atendimento e procedimentos necessários. Esses detalhes serão divulgados pelas próprias universidades.

E quanto à lista de espera do Sisu? Como empregar esse recurso a seu favor? Confira!

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Como funciona a lista de espera do Sisu?

Caso você não tenha sido aprovado na primeira chamada do curso, não se preocupe. É só optar por ficar na lista de espera do Sisu!

O que acontece é que, talvez, um candidato que tenha sido aprovado no curso que você deseja desista da vaga, ou se esqueça de efetuar a matrícula. Nesse caso, a instituição chamará quem estiver na lista de espera do Sisu por ordem de pontuação.

A partir desse momento, contudo, quem vai dar prosseguimento à dinâmica é a própria universidade, e não o Sisu, que já fez sua parte.

Caso haja empate por pontuação, a instituição utilizará os seguintes critérios de desempate:

  1. Maior nota na redação;
  2. Maior nota em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;
  3. maior nota em Matemática e suas Tecnologias;
  4. Maior nota em Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
  5. Maior nota em Ciências Humanas e suas Tecnologias;

É importante lembrar: não há lista de espera do Sisu para a segunda opção de curso, apenas para a primeira.

Uma dúvida comum nesse ponto é: “E se eu quiser transferir o curso depois de ter sido aceito?”

É claro que é possível, mas quem rege essa transferência é a própria universidade e não o Sisu. Trata-se de um processo interno. No entanto, não é algo garantido, ou seja, há sempre um número limitado de vagas para transferências.

O ideal é focar em seu objetivo principal e já fazer o Enem tendo ele em vista!

Dicas fundamentais para conquistar sua vaga pelo Sisu

Confira, agora, três dicas de como garantir sua vaga no Sisu!  

1. Monitore o passo a passo do processo

Para conquistar uma vaga pelo Sisu, é preciso estar atento a cada passo do processo seletivo. Não deixar a inscrição para a última hora também é importante, já que, dado o número de acessos, o candidato pode ter dificuldades em completar seu processo dentro do prazo estipulado.

2. Mantenho o foco na primeira opção

Além disso, é fundamental ter definido qual curso de graduação seguir e quais são suas opções de universidades, a fim de focar naquela em que sua chance será maior. A primeira opção deve ser seu foco, já que nela é possível ingressar na lista de espera do Sisu.  

São necessários alguns cuidados para conseguir uma vaga no Sisu

3. Atenção às notas de corte  

Monitore sempre as notas de corte, pois elas podem variar ao longo dos dias de inscrição. O comum é que elas aumentem exponencialmente. Por isso, o Sisu publica a cada dia uma lista de classificação parcial. Acompanhe essa lista e mantenha-se informado sobre o nível da concorrência para o curso escolhido.

Se na opção 1 sua classificação ficou próxima à nota de corte, mantenha-se na lista de espera. É provável que seja chamado. Já para a opção 2, é recomendado que você escolha um curso cuja nota de corte fique abaixo de sua pontuação.

Lembre-se de que você pode alterar o curso e a modalidade após ter realizado a inscrição, mas planeje-se. É melhor focar em um objetivo pré-definido do que se perder no meio das opções e acabar sendo aprovado para algo que não desperta seu interesse.

Saiba desde já que o candidato pode se inscrever para qualquer região do país, não estando limitado ao seu estado ou município de origem.

Não passei no Sisu, e agora?

Você fez todos os procedimentos, mas não foi selecionado no Sisu? Tenha calma, não há motivos para se desesperar. Existem inúmeras formas de cursar uma graduação atualmente e as universidades e instituições públicas são apenas uma das opções.

Muitas universidades privadas possuem programas de seleção próprios, baseados em currículos e históricos escolares. Além disso, há oportunidades de bolsas e financiamentos que vão além dos programas governamentais.

A plataforma do Sisu é uma grande iniciativa do MEC, mas mesmo assim trata-se de um sistema restrito, que exclui modalidades de ensino em crescimento, como a EAD e os cursos semipresenciais.

Você já parou para considerar todas as opções? Já pensou em estudar a distância, com horários flexíveis e autonomia para definir seu próprio cronograma?

Se você ainda não conhece as vantagens dessa modalidade de educação, saiba que uma graduação a distância pode ser a chave para sua decolagem profissional. Acha que não? Então confira a seguir!

1. A flexibilidade de horários

A educação a distância é uma modalidade que já existe há algum tempo, mas que ganhou fôlego novo com o avanço tecnológico dos últimos anos. Entre os inúmeros benefícios, destacamos a flexibilidade de horários que ela proporciona.

Com um tablet, notebook ou até smartphone, e uma boa conexão de internet, você pode assistir às aulas e estudar o material de apoio do local que for mais conveniente: casa; trabalho; e até no trânsito.

Nos cursos EAD, as videoaulas são disponibilizadas sob demanda e a comunicação é feita por meio dos fóruns e ambientes on-line de aprendizagem. Além disso, materiais de apoio como apostilas, e-books etc., são disponibilizados na forma impressa e on-line.

No entanto, os alunos são acompanhados por tutores e as avaliações são realizadas presencialmente. Ao final do curso, o diploma emitido terá a mesma validade do título do ensino presencial.  

2. A autonomia para definir um cronograma

Essa flexibilidade de horários dá ao aluno autonomia para definir seu cronograma de estudos. Em outras palavras, caberá a você refletir e escolher a melhor forma de conciliar seus estudos com os outros compromissos de seu dia a dia.

Se o aluno trabalha durante o turno vespertino e noturno, por exemplo, é natural que se programe para estudar pela manhã. No entanto, caso só possa reservar o período da noite aos estudos, nada o impedirá de fazê-lo.

A EAD permite que o aluno mantenha sua rotina, mas nem por isso deixe de estudar!

A grade de horários dos cursos EAD se adequa ao cotidiano dos estudantes e não o contrário, como ocorre com o ensino presencial. Se você tem apenas duas horas para revisar um conteúdo, por exemplo, é a partir desse compromisso que você se organizará.

3. A disciplina e a perseverança

Para concluir um curso EAD, é preciso desenvolver um senso de perseverança e continuidade. No ensino presencial, a existência de um compromisso diário é lembrada a todo momento. O aluno persevera, mesmo sem perceber.

Na EAD, contudo, cabe a cada estudante impor a si mesmo essa “obrigatoriedade”.

É por isso que, ao longo de um curso a distância, os estudantes tendem a desenvolver habilidades como organização, disciplina e proatividade. É fácil “deixar para depois”, mas essa postura fará com que as demandas acadêmicas se acumulem, impedindo a evolução.

O ideal é o aluno estipular etapas a si mesmo e ir cumprindo cada uma delas diariamente. Essa disposição gera proatividade, uma característica essencial a todos os profissionais que buscam se destacar no mercado de trabalho.  

4. O aperfeiçoamento da comunicação escrita

Sabe aquela satisfação de escrever uma mensagem coerente, clara e correta? Pois saiba que a habilidade de se expressar por meio da escrita também é desenvolvida pelos alunos EAD.

Como a comunicação ocorre majoritariamente por meio de fóruns e mensagens trocadas pelo ambiente on-line de aprendizagem, é comum que a linguagem escrita evolua ao longo dos anos.

No ensino presencial, isso não ocorre com tanta frequência ou intensidade porque a comunicação tende a ser oral.

5. A proximidade com a educação do futuro

Quem estuda à distância está mais próximo da educação da maneira que ela será feita no futuro. Nos aproximamos, cada vez mais, de um modelo educacional que coloca o aluno como protagonista de seu aprendizado, utilizando a tecnologia para isso.

Você acredita que o ensino presencial permanecerá para sempre da forma como é feito agora? Ou que as aulas expositivas nunca mudarão? Se sim, reserve um momento para reparar como tudo vem se transformando nos últimos anos.

Realidade virtual e aumentada, empreendedorismo e cultura paperless — expressão inglesa que significa “sem papel”, no caso de uma IES, sem documentos impressos —, flexibilização das modalidades de ensino e até da atuação profissional. Todos esses conceitos passaram a fazer parte de nossa vida e a influenciar nosso dia a dia, certo?

Certamente, cada vez mais, eles influenciarão a forma com que aprendemos, portanto, a educação segue a mesma tendência. A EAD já faz parte dessa transformação.

Conclusão

Se chegou até aqui, parabéns! Você já conhece melhor suas opções para ingressar no ensino superior.

Nosso objetivo aqui foi explicar todos os detalhes do Sisu, mas também despertar em você o interesse por formas alternativas de adquirir um diploma e decolar na carreira!

Como você pôde perceber, o Sisu é uma plataforma gerida pelo MEC. Por meio dela, são ofertadas vagas de graduação em universidade e instituições públicas e selecionados candidatos.

O único parâmetro levado em conta é a nota obtida no Enem!

Estamos falando de um sistema simplificado de ingresso no ensino superior, mas que possui algumas particularidades.

Vimos como funciona o Sisu, as notas de corte e modalidades de concorrência.

Além disso, vimos juntos quando o sistema foi criado, bem como sua relação com programas governamentais como Prouni e FIES. Agora você já sabe que, caso você não tenha sido selecionado na primeira chamada para o curso que elegeu como primeira opção, é possível permanecer na lista de espera do Sisu e aguardar uma oportunidade.

Por fim, vimos como conferir o resultado do Sisu e o que fazer caso não tenha sido selecionado. Há inúmeras opções de ingresso na educação superior, sendo que o sistema unificado é apenas uma delas.

A EAD, por exemplo, é uma modalidade de ensino que utiliza a tecnologia para otimizar a aprendizagem dos estudantes, estimulando o desenvolvimento de habilidades como proatividade e autonomia!

E então? Pronto para conferir nossas graduações EAD? Acesse nossa página e encontre o curso que sempre desejou!

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