Muitas pessoas têm a vontade de alcançar grandes conquistas. Ganhar reconhecimento na carreira e ter boa remuneração estão nessa lista de desejos. Bem, conseguir isso tudo não é tão difícil assim. Porém, é claro, é preciso ter estratégia. Uma delas é saber identificar as profissões em alta e conseguir se preparar para elas.

Mas por quê? As oportunidades de trabalho mudam conforme a situação do mercado. Com as transformações, vêm novas exigências. E como entender o que está sendo demandado a cada momento?

Acompanhar pessoas que estejam por dentro dessas novidades é uma boa saída. Por isso, conversamos com Janes Fidélis, Diretor Executivo de Ensino da EAD UniCesumar. Ele nos trouxe sua visão profissional sobre algumas questões.

Você não vai ficar de fora, né? Então, acompanhe a leitura!

Quais as profissões em alta neste momento?

O LinkedIn é um dos melhores meios para saber das novidades relacionadas a trabalho. Em janeiro de 2020, a rede social publicou um levantamento sobre profissões em alta com as seguintes:

  • gestor de mídias sociais;
  • engenheiro de cibersegurança;
  • representante de vendas;
  • especialista em sucesso do cliente;
  • cientista de dados;
  • engenheiro de dados;
  • especialista em inteligência artificial;
  • desenvolvedor em JavaScript;
  • consultor de investimentos.

Para Janes, ao analisarmos essas ocupações e decidirmos um caminho a seguir, devemos olhar para três características importantes. “A primeira delas é circunstancial e imediatista, ou seja, aquilo que nos afeta mais diretamente. Ela exige outras competências e faz com que algumas particularidades fiquem em destaque não só no momento atual, mas, também, em anos futuros”, considera.

“A segunda tem a ver com aquela visão clássica, que vem da academia das grandes profissões, como de Administração, Economia e Psicologia. Essas já têm história e são consolidadas”.

Por último, o professor ressalta a importância de olhar para o futuro, a fim de enxergar grandes tendências que podem não fazer parte, ainda, do nosso cotidiano ou não ser uma necessidade tão imediata. Essas, geralmente, são relacionadas a tecnologias e inteligência artificial.

“Aqui na EAD UniCesumar, olhamos para todas essas condições. Analisamos os cursos clássicos, que são os que atendem o mercado há anos. Também, examinamos o que está sendo exigido em cada momento. Agora, com a pandemia, têm havido mudanças em certas exigências, em especial nas áreas digitais, como de Marketing e de Comércio. Por fim, também olhamos para o futuro. Então, desenvolvemos estratégias de análise para profissões que ainda não existem”, revela o Diretor Executivo.

Como a pandemia se relaciona com as profissões em alta?

Janes aponta que as pandemias, ao longo da história, levaram ao reposicionamento de profissões, fazendo surgir necessidades e diferentes percepções sobre o contexto. Com a Covid-19, não é diferente. Isso requer adaptações e receptividade com relação às mudanças.

“Nesse distanciamento social, experimentamos o home office, a telemedicina, os atendimentos online. Muitas pessoas, ainda, precisaram buscar um reposicionamento no mercado e viram a importância de estar no meio virtual. Também, muitas empresas perceberam que as entregas, as parcerias e as construções colaborativas podem ser tão eficientes no online quanto no presencial”.

Com isso, ele acredita que visões intolerantes têm saído de cena, e as pessoas têm ficado com a mente mais aberta. Para o professor, a aceitação de atendimentos médico, psicológico e psiquiátrico é um ótimo exemplo de mudança de comportamento.

Essa urgência de adequar profissões ao online também fez com que muitos se dessem conta da necessidade de se modernizar e adquirir certas habilidades.

“Alguns professores, por exemplo, só atuavam em aulas presenciais. Porém, foram desafiados e precisaram desenvolver estratégias com recursos visuais de aprendizagem. Coisa parecida aconteceu com as áreas de negócios e vendas. Com a necessidade de reposicionamento, muitos e-commerces cresceram”, comenta.

Dessa forma, para o Diretor Executivo de Ensino da EAD UniCesumar, isso tem levado muitas graduações a atualizar sua matriz curricular. As instituições perceberam que precisam preparar o estudante para lidar, também, com tecnologias e saber desempenhar um trabalho pelo meio digital.

Como se preparar para as profissões em alta?

Havia um tempo em que as empresas olhavam apenas para o conhecimento teórico do candidato a uma vaga. Contudo, Janes considera que esse método tradicional tem mudado.

“Só a teoria não prepara mais o profissional para o mercado de trabalho. Em processos seletivos, por exemplo, mais do que analisar currículo e cursos realizados, os recrutadores têm olhado para a personalidade e a aptidão socioemocional. Isso significa dizer que as experiências, profissionais ou não, também podem ser destacadas”.

Assim, para se sobressair em um processo seletivo, ele sugere focar, também, o aprendizado gerado por situações gerais, que vão além da graduação. “O que faz um profissional completo são suas vivências e realizações. Elas impactam na forma como ele encara situações-problema e encontra soluções. Na própria entrevista, é possível falar dessas habilidades e narrar alguma história”, sugere.

Outra forma de se preparar para as profissões em alta é apostar em uma boa faculdade. A instituição precisa conduzir um ensino com disciplinas tradicionais, mas sem deixar de lado as modernas. Principalmente para quem pretende crescer na carreira e conquistar aumento salarial, é fundamental acompanhar o mercado e suas exigências. O ensino EAD tem muito a acrescentar nisso, pois, desde o início, treina para habilidades e competências que serão exigidas no mercado.

Quais habilidades e competências devo desenvolver?

Falando em habilidades e competências, Janes acredita que, além da personalidade, elas também fazem a diferença. “Uma das competências que se espera do profissional é em relação à resolução de problemas, o que tem a ver com o desenvolvimento de criatividade”.

“O raciocínio lógico é outra competência que será fundamental ao longo da vida. O profissional precisa saber compreender diferentes quesitos e conseguir reorganizá-los de forma lógica. Também, elejo a capacidade de interpretação. Não apenas a de texto, mas a de saber decodificar, compreender diferentes circunstâncias, linguagens e padrões”.

Janes também considera importante saber colocar um conhecimento em prática. “O mercado espera a habilidade de execução — e aí vem a diferença das graduações que oferecem um ensino moderno. Elas se preocupam tanto com transferir o conteúdo quanto com desenvolver essa parte de pôr a mão na massa”.

E, apesar de haver grandes apostas em atuações a distância, por home office, o Diretor Executivo de Ensino da EAD UniCesumar acredita que saber lidar com pessoas ainda será uma das habilidades mais em foco. “Será dada muita importância para saber trabalhar em equipe, dividir responsabilidades, desenvolver ideias coletivamente, contribuir para a construção criativa e pragmática em grupo”.

Como deu para perceber, as profissões em alta exigirão, cada vez mais, um misto de conhecimentos que vão além da teoria. O estudante que almeja conquistar seu espaço precisa se preparar desde já. E um dos passos mais relevantes para chegar ao sucesso é investir em uma instituição de qualidade, que esteja preparada para propiciar um ensino atualizado.

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