Talvez o termo seja novo pra você.

E, se este for o caso, a gente tá aqui pra explicar o que é plágio acadêmico. Em linhas gerais, e de acordo com os dicionários, é o ato ou propósito de plagiar. Isto é, reproduzir um trabalho, geralmente intelectual, realizado por outra pessoa sem dar os créditos a ela.

Agora, para além do vocabulário, bora pra um exemplo prático: imagine a sensação de descobrir que a sua tarefa foi copiada e tem alguém se dando bem com algo produzido por você? E a situação inversa – você ganhando em cima de algo que não é seu? Chatão, né?

Pra saber mais sobre este assunto tão importante, continue a leitura.

Tipos de plágio

Tá enganado quem acha que o plágio está presente apenas na comunidade acadêmica.

Na literatura, música ou arte (em geral), isso é mais comum do que se imagina – pra ver que tem gente mal intencionada, que “copia e cola”, em tudo quanto é lugar. E pra você não cair nessa onda, vamos logo te mostrar as três formas mais comuns dele aparecer:

– Parcial: é quando se usa parte de um texto, frase ou parágrafo, de um ou mais autores, sem menção às obras. Aquela famosa colcha de retalhos, onde a sua voz e a(s) dele(s) se misturam como se fossem uma só.

– Integral: aqui, o trabalho de selecionar trechos pra compor o texto não existe. É a cópia na íntegra, sem tirar nem por, e sem citar a fonte.

– Conceitual: é o uso da ideia, a essência de uma obra de outra autoria, com elementos pouco distintos do original.

Sabendo que nem todo tipo de plágio é igual, mas que – no fundo, no fundo – o objetivo de quem o faz é o mesmo (a cópia), entenda os motivos de correr dele.

Por que não é legal

É simples: plágio é ruim pra quem sofre, mas também pra quem faz. É algo que só prejudica, afinal quem copia não se desenvolve – e, portanto, não aprende. E sem compreensão do conteúdo, a progressão para.

Além disso, pega mal. E vamos combinar que ninguém gostaria de ter a reputação manchada ou se sentir “marcado” (que dirá acusado) por isso, não é mesmo? Ética é importante não apenas no ambiente educacional, mas na vida.

E tem mais, quem só reproduz não se garante no mercado, já que uma boa nota não assegura que você detenha aquele conhecimento. Diz aí, como é que você vai se virar se, na vida real, não tem Ctrl C Ctrl V? Em resumo, plágio é autoengano. Só que mentir para si, na hora da prática, sai muito caro.

Mais que problematizar, a gente quer trazer soluções pra você. Bora!

Como evitar o plágio acadêmico

Lembrar que essa ação é considerada crime, de acordo Código Penal Brasileiro e a Lei dos Direitos Autorais, deveria ser suficiente. No entanto, algumas dicas práticas sobre como evitar o plágio são:

– Anote, com as suas próprias palavras, trechos importantes. Isso mesmo. Assim, a chance de algo escrito por você ser caracterizado como cópia é improvável;

– Formule argumentos próprios, a partir do que você leu. Anote toda e qualquer ideia aquele respeito pra depois amarrá-las;

– Não faça uso de palavras como se fossem suas. Se quiser embasar o seu argumento, ótimo, use e abuse das citações diretas e indiretas, mas lembre-se (sempre) de dar os créditos ao autor.

Não tem segredo. Tem trabalho (mas, ao menos, você será autêntico)! 😉

Projeto Plágio Não Rola

Esse assunto não é novidade para os nossos alunos e já tem um tempinho que a gente vem trabalhando ele, por meio do projeto Plágio Não Rola.

Há comunicações, vídeos e até uma atividade sobre o tema – e quem atingir 60% da nota ainda garante um certificado de 8 horas complementares. Se você já estuda com a gente, pode conferir mais no Studeo, e se ainda não é acadêmico, pondere, porque essa é uma vantagem de ser aluno EAD Unicesumar. É isso: plágio, a gente combate com conscientização. <3

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