A cada momento, nos deparamos com inovações que facilitam nosso dia a dia. Já reparou? Pagar contas, realizar compras e se comunicar com amigos, por exemplo, nunca foi tão prático e eficiente, pois contamos com muitos recursos que nos beneficiam. A educação do futuro segue o mesmo caminho.

Já vemos, hoje, o tanto que as coisas evoluíram. A educação a distância, mediada pela internet, é um grande exemplo. Há tempos, quem diria que, mesmo enfrentando uma pandemia, seria possível concluir uma graduação?

O assunto é bem interessante, por isso batemos um papo com Janes Fidélis Tomelin, professor na EAD UniCesumar, que nos deu alguns insights sobre a educação do futuro e contou práticas que a instituição já adota. Confira!

1. Gamification

Gamificação, também conhecida como ludificação, significa adotar processos lúdicos e inseri-los na sala de aula. É uma forma de aprender conteúdos importantes, enquanto desenvolvemos habilidades socioemocionais, por meio de práticas divertidas. Por exemplo, um jogo pode ensinar conceitos de uma disciplina e, ao mesmo tempo, estimular a inteligência emocional.

O professor Janes Fidélis conta que, por muito tempo, a educação tradicional nos afastou de experimentarmos a diversão do saber, transmitindo-nos, apenas, um amontoado de informações arbitrárias.

Isso, no entanto, está mudando aos poucos, já que algumas instituições têm percebido a relevância de unir práticas lúdicas no ensino, independentemente da idade do aluno. 

A EAD UniCesumar é um bom exemplo de universidade que já aplica a técnica. “A proposta é criar ambientes divertidos, com entretenimento e estruturas de storytelling, para instigar o estudante, de forma que a motivação dele em aprender seja maior que a de, apenas, tirar nota para passar ou o medo de reprovar”, explica o professor.

2. Vestibular sem memorização

Há anos as instituições de ensino superior convivem com grande evasão escolar, ou seja, a desistência do estudante em continuar a graduação. Muitas das situações são ocasionadas por uma defasagem no ensino fundamental e médio, que, então, se refletem em dificuldades de aprendizagem no ensino superior. 

Começar uma graduação também pode ter outras complicações. Uma delas é o modelo de vestibular que cobra conteúdos que precisam ser memorizados. Muitos deles nem serão relevantes ao curso escolhido. Isso tem, aos poucos, se mostrado menos efetivo.

Segundo o professor Janes, essas práticas diminuirão na educação do futuro. A EAD UniCesumar já está ligada nessas tendências e adota como prática o Vestibular Diagnóstico. No momento da prova, a instituição avalia as competências do candidato em duas disciplinas importantes: raciocínio lógico e interpretação de texto.

Janes Fidélis explica o motivo: “o sucesso acadêmico está ligado a essas duas competências. O aluno pode não se lembrar das matérias do ensino médio, mas se tem essas habilidades desenvolvidas, conseguirá pegar o sentido da matéria. A intenção da EAD UniCesumar é, por meio de aulas, ajudar a suprir esse espaço, antes de o aluno começar a ter dificuldades”.

3. Personalização da aprendizagem e inteligência artificial

Na visão do professor Janes, teremos mais tecnologia na educação do futuro, com a inteligência artificial acelerando as estratégias de aprendizagem e contribuindo para a personalização do ensino. No entanto, ao contrário do que muitas pessoas, isso não substituirá o professor. 

Essa inteligência artificial terá bastante ligação com o aumento da personalização da educação, em que o estudante fará suas trilhas de aprendizagem, tendo mais oportunidades de escolha. 

Os robôs virão para otimizar processos e criar melhor experiência no processo de aprendizagem. Eles também auxiliarão o estudante a seguir seu próprio ritmo, respeitando suas dificuldades. 

Uma grande vantagem da inteligência artificial aqui será proporcionar às instituições e aos professores dados reais sobre os alunos, dando mais clareza sobre o perfil de estudantes.

4. Mais atenção com habilidades e competências

As tão comentadas soft skills serão ainda mais relevantes. A competência da aprendizagem contínua, por exemplo, será fundamental aos profissionais do futuro.

Janes considera que haverá uma tendência para a formação de competências transversais, que fazem parte de diferentes profissões. Então, teremos uma formação mais dinâmica, na qual o estudante sai preparado para exercer mais de uma atribuição.

O professor também chama a atenção para a necessidade do desenvolvimento da competência empreendedora, da trabalhabilidade e da solução de problemas, na educação do futuro. Isso tudo deverá ser considerado, principalmente, devido ao mercado de trabalho mais incerto, fato que exigirá um profissional sempre atualizado.

Ainda hoje, existem instituições que apenas se preocupam em transmitir conteúdo, sem se importar com essas outras aquisições. A tendência, então, é um reposicionamento por parte delas. As faculdades cada vez mais perceberão que seu papel está na transformação do aluno e não na entrega de um diploma. 

A EAD UniCesumar já está com um pé no futuro, já que todos os cursos foram reposicionados para desenvolver, integralmente, o estudante nas hard skills e nas soft skills. 

5. Menos fronteira e mais conteúdo

A facilidade que temos, nos dias de hoje, de acesso ao ensino a distância tende a aumentar. Isso dará mais poder ao estudante, que terá, na mão, um conteúdo sobre qualquer área de conhecimento, disponível a qualquer momento.

Ou seja, é, realmente, uma diminuição de fronteiras — o que se mostra uma das tendências mais positivas, pois oportunizará o acesso a cursos e a professores de qualquer lugar do mundo. Faculdades poderão contratar aulas de professores de qualquer localidade do país ou fora dele, ofertando, ainda, um ensino online. O estudante terá mais praticidade e acessibilidade para escolher cursos, sem precisar de casa.

Isso contribuirá com a universalização da educação e facilitará o investimento no constante autodesenvolvimento. 

6. Aprendizagem com base em vivência

“A educação está cada vez mais sustentada no aprender a partir de uma vivência. Começar uma jornada, considerando algo que o aluno vivenciou, faz com que ele encontre familiaridade. Isso gera conforto de algo que é conhecido. Com isso, podemos favorecer a ele experiências de realidades que consigam gerar essas vivências e, por consequência, novos conhecimentos”, explica Janes.

Para o professor, vivenciar um novo conteúdo na prática ajuda a organizar a lógica para o aprendizado e a reter melhor o conteúdo, sendo isso bem mais eficiente que cobrar a memorização de conceitos. 

A educação do futuro, como você pode perceber, se mostra bem positiva e realista, alinhada às novas necessidades do mercado de trabalho. Os estudantes contarão com mais vantagens e oportunidades para se desenvolverem. Por isso, vai uma dica: ao escolher sua próxima instituição de ensino, não deixe de avaliar o tanto que ela está preparada para proporcionar a educação que você merece, combinado?

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